.Maria do Céu Caridade Professora da Escola Eb 2e3 de Cabeceiras de Basto

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Domingo, 8 de Julho de 2007

Por uma Escola Inclusiva

Sempre tive a plena consciência da obrigatoriedade que cada escola tem em desenvolver processos de inovação e mudança, que respondam com eficácia ás necessidades de todos os alunos. É fundamental responder às diferenças individuais, independentemente da sua origem. A escola que se diga inclusiva tem de estar apta a criar currículos flexíveis (escolar próprio, alternativo) de forma a responder às necessidades dos seus alunos.
Dotar as escolas de recursos físicos capazes de responder às necessidades dos seus alunos é indiscutível, mas não será certamente suficiente. Proporcionar a todos os professores e auxiliares da acção educativa, formação especializada para trabalhar com crianças e jovens com NEE é uma necessidade urgente, à qual o sistema educativo português tem de dar resposta.
As TIC são uma ferramenta que, de forma muito eficaz podem ajudar a encontrar respostas e soluções para ultrapassar muitos dos problemas de inclusão escolar e social, será no entanto necessário sensibilizar muitos dos agentes educativos para que o acesso seja mais facilitado.
Quando recentemente na aula de Educação e Tecnologias Multimédia a professora chamava a atenção para estas questões da inclusão e a forma como Tecnologias da Informação podem constituir uma verdadeira resposta, tomei consciência que efectivamente a inclusão passa por todos. Hoje podemos ser agentes chamados a contribuir para a inclusão de outros cidadão, mas no futuro, por razões várias podemos ser nós a necessitar de ser ajudados a continuar a exercer o papel de cidadãos activos e responsáveis.
A democratização do acesso às Tecnologias da Informação leva à definição de estratégias que conduzam a uma Inclusão Digital onde se amplie a acessibilidade de todos independentemente da sua deficiência ou diminuição das capacidades. O Brasil é um bom exemplo onde o trabalho desenvolvido no âmbito da Inclusão Digital tem conduzido a bons resultados, Havendo, no entanto, muitos outros exemplos. Em Portugal a UTAD está de parabéns, pela criação da nova Licenciatura em Engenharia de Reabilitação e Acessibiliddaes Humanas.
sinto-me:
publicado por Céu Caridade às 19:21

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Terça-feira, 3 de Julho de 2007

AS TIC no Ensino Básico

 Uma sociedade em constante a mudança coloca um permanente desafio ao sistema educativo. As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são um dos factores mais salientes dessa mudança acelerada, a qual o sistema educativo tem de ser capaz de responder rapidamente, antecipar e mesmo promover.

   Uma educação básica capacitadora de uma cidadania plena para todos pressupõe a existência de referenciais, de conhecimento e de desempenho, de acesso universal. Estes consubstanciados num perfil de competências gerais, não podem deixar de ter em conta as implicações específicas e transversais que as TIC comportam.

  A escolaridade obrigatória assume, com crescente implicação todas as consequências que decorrem desta realidade. Pretende garantir que, ao finalizar o nono ano, todos os alunos sejam capazes de utilizar as TIC, nomeadamente, para seleccionar, recolher e organizar informação para esclarecimento de situações e resolução de problemas.

   A exigência de uma tal competência terminal pressupõe o desenvolvimento de diversos saberes e competências ao longo de todo o ensino básico. Trata-se de garantir que as escolas assegurem no currículo dos alunos a possibilidade destes adquirirem uma capacidade significativa na utilização dos computadores e da Internet.

   É neste contexto, que o Conselho Pedagógico do Agrupamento Vertical de Escolas de Refojos de Basto, decidiu que no próximo ano lectivo todos alunos dos 2.º e 3.º Ciclo do Ensino Básico terão no seu currículo um espaço destinado às TIC. Os 45 minutos que cada escola pode optar por atribuir a uma disciplina, área curricular não disciplinar ou actividade extracurricular, de acordo com o Decreto-Lei 6/2001, serão por isso utilizados no desenvolvimento de competências nesta área. Quero acreditar que esta decisão, da qual sou uma das responsáveis venha a dar bons resultados.        

  

 

sinto-me:
publicado por Céu Caridade às 21:25

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